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Pobreza e fome sao os motores da obra de Béla Tarr ... (O Globo)

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Pobreza e fome sao os motores da obra de Béla Tarr, diretor húngaro que terá seus principais longas exibidos na mostra

by Rodrigo Fonseca

RIO - Enigma foi o termo usado pelo Festival do Rio para batizar a retrospectiva em homenagem a Béla Tarr, cineasta húngaro de 56 anos que, de 1977 até hoje, vem construindo uma obra reflexiva sobre a miséria humana, expressa a partir da experimentaçao sensorial do tempo. Referencia no cinema autoral do Velho Mundo, Tarr embarca hoje para Nova York, após uma temporada lecionando estética na Lituânia, de onde conversou por telefone com o GLOBO sobre filmes como "Maldiçao" ("Kárhozat", 1987) e "Harmonias de Werckmeister" ("Werckmeister harmóniák", 2000), programados para hoje no Instituto Moreira Salles (IMS), as 14h30m e as 17h.

- Há alguns anos comecei a sentir o peso da idade e fui me dando conta de que só se vive uma vez. Portanto, é preciso estar atento. Atento ao tempo e ao espaço ao seu redor. Eu venho de uma cultura que, na conjuntura europeia, sustenta-se cuturalmente em reaçoes artísticas a sua pobreza, a fome. A Hungria foi uma terra faminta muitas vezes. Mas nunca perdemos a nossa alegria - diz Tarr, que foi premiado nas tres vezes em que exibiu filmes em concurso no Festival de Berlim. - Lamento nao poder conhecer o Rio agora, mas, até dezembro, eu viverei de aviao em aviao, viajando o mundo dando palestras sobre cinema, o que, por vezes, vira um pesadelo.

Foi em telas berlinenses que começou a carreira internacional do seu longa-metragem mais famoso: "O tango de Sata" ("Sátántangó", 1994), que o Festival do Rio exibe na próxima terça-feira, as 14h15m, na mostra O Enigma Béla Tarr. Neste ano, o diretor deixou Berlim com o Grande Premio do Júri por "O cavalo de Turim" ("A Torinói ló"), um ensaio sobre as possíveis causas da loucura do filósofo Friedrich Nietzsche. Fotografada em preto e branco, a produçao tem sessao amanha, as 14h15m, no IMS.

- No meu cinema, voce jamais verá pessoas que saem na capa da "Vanity Fair". E também nao entrei para o bloco da tecnologia digital, embora tenha usado recursos eletrônicos nos projetos que fiz para a televisao. Ainda filmo em película e uso moviolas mecânicas para montar meus filmes. O digital humilha a imagem, porque sua qualidade de captaçao nao tem a qualidade da impressao da fotografia em película - diz Tarr, que já trabalhou com estrelas europeias como a inglesa Tilda Swinton (em "O homem de Londres") e a alema Hanna Schygulla (em "Harmonias de Werckmesiter"). - Aliás, tive um encontro recente com um diretor brasileiro e falamos sobre conceitos de imagem filmada.

Tarr refere-se ao diretor de fotografia e cineasta Walter Carvalho, que vai encerrar o Festival do Rio, no dia 18, com o documentário "Raul - O início, o fim e o meio". Carvalho entrevistou o diretor para o documentário "Um filme de cinema", no qual recolhe depoimentos de realizadores como Gus Van Sant, Andrzej Wajda, Ruy Guerra, Ken Loach, Hector Babenco e Julio Bressane.

- Béla Tarr integra um grupo de cineastas cuja expressao de vida é a linguagem cinematográfica - diz Carvalho.

Foco na dignidade

Sempre que conversa sobre a experimentaçao formal na produçao audiovisual contemporânea, Tarr ressalta o peso que a tradiçao regional de cada realizador tem sobre sua obra. No seu caso, além de incorporar elementos da realidade húngara, ele dialoga com a linhagem de realizadores que fez a história do cinema de seu país, como Miklós Jancsó, ganhador do premio de melhor diretor em Cannes em 1972 por "Salmo vermelho" ("Még kér a nép").

- Sou amigo de Jancsó e de toda a velha geraçao, assim como dos novos diretores que estao repensando o país. Creio apenas que o cinema, independentemente da geraçao, deve proteger a dignidade do ser humano.

http://oglobo.globo.com/cultura/festivaldorio2011/mat/2011/10/06/pobreza-fome-sao-os-motores-da-obra-de-bela-tarr-diretor-hungaro-que-tera-seus-principais-longas-exibidos-na-mostra-925529268.asp

 

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